domingo, 25 de setembro de 2011

Esse vai e vem disfarçado, chamado de vida é que me faz crer e conviver de mãos dadas com o improvável. Não espero mais nada. Meu coração espera. Não eu,a Andréia dos etc, etc... só quero o que tem que ser meu. Que seja doce, bonito, frustrado. E que acabe logo senão tiver que ser. Só pra eu viver, mais um desses romances eternizados e efêmeros que não dão certo. 

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